
Laboratório
Tire suas dúvidas para realização de exames laboratoriais.
Alguns sim, portanto, quaisquer que sejam os remédios que você esteja tomando, informe a atendente do laboratório, mas nunca suspenda o uso de medicações sem consentimento do seu médico.
Sim. Aspirina é o acido acetilsalicílico, que está presente em muitos analgésicos e antitérmicos. Todas as medicações com ácido acetilsalicílico interferem nos exames de coagulação, e em altas doses em alguns exames hormonais.
Sim. Elas interferem em alguns exames, por exemplo, a vitamina C altera o resultado da creatinina. Portanto informe a atendente, também sobre o uso de vitaminas.
Não, desde que se adotem dois cuidados para não misturar esses medicamentos à urina: assepsia na hora do exame e uso de tampão vaginal.
Sim, principalmente na dosagem dos triglicerídeos. Pessoas com triglicerídeos alterados que fazem dieta rigorosa às vésperas do exame, poderão ter um resultado falsamente baixo. Pessoas com triglicerídeos normais, que comam comidas gordurosas no dia anterior ao exame, poderão ter resultados alterados.
É o que você costuma comer no seu dia-a-dia.
Deve-se manter dieta habitual ou conforme orientação médica nos dias que antecedem o exame. Observar o jejum obrigatório de 12 a 14 horas para os casos em que haja dosagem de colesterol e triglicerídeos. Para dosagem de glicose deve-se manter jejum obrigatório de 8 a 14 horas. Para os demais exames, em geral, o jejum recomendado é de 8 a 14 horas. Em caso de dúvidas entre em contato pelo telefone: (54) 2108.8810.
De jeito nenhum se forem testes de agregação plaquetária e curva glicêmica.
Sim, especialmente o de triglicerídeos. Uma dose de uísque, uma cerveja ou um copo de vinho, é suficiente para elevar seus níveis, falseando os resultados. Por isso, o ideal é permanecer três dias sem ingerir bebidas alcoólicas.
Não, mas convém tomá-la com moderação, pois excesso de líquido pode interferir nos exames de urina.
Não. Alguns exames podem também ser colhidos à tarde, desde que se obedeça o tempo estabelecido de jejum.
Não, alguns como o cortisol, ferro e ACTH, devem ser colhidos pela manhã, pois é neste período do dia que tais substâncias tem seu pico no organismo.
Nem sempre. Para alguns exames o jejum não é necessariamente obrigatório. Também em casos de urgência o jejum pode ser abolido, por recomendação médica.
Os exames laboratoriais refletem o estado fisiológico do indivíduo no momento da coleta da amostra. Para que o resultado possa auxiliar o clínico em alguma decisão ele deve ser comparado a um valor ou a um intervalo de referência. Estes são estabelecidos em condições ideais. Algumas variáveis consideradas fisiológicas podem resultar em valores aparentemente patológicos. Dentre elas podemos citar: jejum inadequado, fase de ciclo menstrual, atividade física, stress emocional e uso de medicamentos. A quebra do jejum, provoca alterações importantes, como aumento de glicose, triglicerídeos, enquanto outras substâncias que são utilizadas no processo metabólico da absorção e digestão, como o fósforo, terão suas concentrações diminuídas. Um jejum muito prolongado também pode causar variações, como por exemplo nas bilirrubinas. A boa prática laboratorial recomenda que, para a maioria dos exames de sangue, a coleta seja realizada após um período mínimo de 4 horas de jejum para adultos. Crianças e recém nascidos podem ter estes períodos diminuídos ou abolidos, sendo o mesmo procedimento para solicitações de urgência. Cada paciente, cada exame e cada situação devem ter suas particularidades analisadas de forma a se obter a maior confiabilidade dos resultados. Em caso de dúvidas consulte sempre seu médico.
Não. O ideal é a primeira da manhã, mas pode ser colhida em qualquer período do dia, desde que se permaneça 4 horas sem urinar. O ideal é colher em frasco apropriado fornecido pelo laboratório, seguindo as instruções de coleta.
O primeiro jato traz células e secreção que pode presente na uretra. Quando se está preocupado com uma possível infecção urinária é importante que o material não esteja contaminado com o que estiver na uretra.
Não. Pode ser colhida em casa, desde que seguidas as instruções de assepsia e de coleta fornecidas pelo laboratório, e a entrega da amostra no laboratório seja em no máximo 1 hora. Em caso de coleta com saco coletor, o ideal é que seja realizada no laboratório, devido a maior facilidade de contaminação da amostra com este método de coleta.
Sim, por exemplo, no exame de urina. Por isso o ideal é fazê-lo fora do período menstrual, mas caso haja a necessidade pode-se colher adotando dois cuidados: assepsia e uso de tampão vaginal, para o sangue não se misturar a urina.
Sim, qualquer um deles. Porém, diversos hormônios e algumas proteínas séricas variam durante o período menstrual. Portanto, é fundamental que o médico saiba em que período do ciclo o seu exame foi realizado.
Não. Também não é necessário ser a primeira evacuação do dia. Recomenda-se coleta em casa, em frasco apropriado, sem contaminação de urina.
O álcool é um irritante gástrico e sua ingestão em grande quantidade pode provocar sangramento no estômago. Assim, seu uso é desaconselhável para pesquisa de sangue oculto nas fezes.
Sim, pode interferir em alguns exames como glicemia e prolactina. Assim, deve-se evitar colher sangue para realização de exames após exercício físico, salvo com indicação do seu médico.
Claro. Alguns exames são solicitados exatamente porque a pessoa está com febre. Porém algumas vezes a doença responsável pela febre poderá interferir no resultado dos exames destinados a avaliar aspectos metabólicos e imunológicos. Informe e consulte seu médico antes de realizar estes exames.
Isto chama-se hematoma: extravasamento de sangue para fora da veia. Ele pode ocorrer em determinadas situações, tais como: veias finas, delicadas, com muita pressão; falta de boa compressão após a coleta no local de punção e uso de medicações que atuem na coagulação, como a aspirina.
A recomendação é feita para os hormônios que sofrem flutuação conforme o dia do ciclo, como o LH, FSH, estradiol e progesterona.
A coleta de sangue significa realizar a punção de uma veia - ou em situações especiais, de uma artéria - para a obtenção de um volume de sangue para a realização de exames de laboratório. Em todas as circunstâncias, a pele é puncionada, o que significa um pequeno trauma e uma lesão. Há um pequeno desconforto e um potencial risco de contaminação. Dessa forma, os cuidados implicam em fazer uma assepsia adequada no local da punção e o uso de instrumentos - agulhas e/ou lancetas - esterilizadas. Além disso, a prática e destreza do pessoal de coleta são importantes. Repetir o processo várias vezes, evidentemente, não é adequado, um cuidado precisa ser tomado em relação ao volume de sangue coletado. Quanto menor a criança, menor o volume de sangue existente, e, proporcionalmente, maior o volume coletado.
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